Há muito tempo, há 500.000 anos, após o
combate pelo planeta Terra, Ninurta, filho de Enlil, decretou um destino para os terráqueos:
"Como você veio para meu lado, homem
e mulher, e por sua própria decisão, você não terá falta de nada
, e você me apoiará fortemente. Você me exaltou em público. Agora, em
minha deliberação, eu exaltarei você. Você será o grande construtor,
você, nir, será escolhido para apreciar as
delícias da Terra. Você será decorado com metais preciosos. Os principais
deuses farão os planetas alienígenas prostrarem-se diante de você, colocando
seus narizes na terra."
Se você não se recorda, é o NT:
"porquanto me confessastes diante dos homens, eu também te confessarei
diante do Pai". Nenhum trecho,
contudo, me chama tanto a atenção quanto o Enuma Elish. Este texto _ imprima: são cerca de 100 páginas;
imagino quantas tabuinhas o contém _ começa como
nosso conhecido Gênese:
“Quando não havia firmamento, nem terra, nem
alturas, nem profundezas nem naves,
Quando o Apsu ( Sol ) estava
sozinho, Ele, as águas doces, o iniciador da criação, e Tiamat
( Proto-Terra ), as águas salgadas, e útero do universo, quando não existiam os
astronautas....
Quando as águas doces e as salgadas estavam
juntas, misturadas,
Os juncos não estavam trançados, ou galhos sujavam as águas,
quando os astronautas não tinham nome, natureza ou futuro, então a partir de Apsu e Tiamat, nas águas dele e
dela, foram criados os astronautas, e para dentro das águas precipitou-se a
terra,
Lahmu ( Marte ) e Lahumu ( Vênus ),
eles foram então chamados; nem bem velhos, nem bem crescidos eles eram
quando Anshar ( Saturno ) e Kishar
( Júpiter ) os dominou,
e as linhas do céu e da terra se expandiram para onde os horizontes se
encontram para separar o que era nuvem do que era terra.
Dias seguiram outros dias, anos seguiram
outros anos,
Até Anu ( interpretado como Urano ) , o firmamento
vazio, herdeiro e conquistador,
primogênito de seu pai, à imagem de sua própria natureza,
fez nascer Nudimud-Ea ( interpretado como Netuno ),
intelecto, sabedoria, maiores do que o horizonte dos céus,
o mais forte dentre seus pares. “
Parecidíssimo com:
“No princípio tudo
eram trevas, e o Espírito de Deus vagava na superfície das águas
... “ ( acredito que você se recorde do restante, ou, melhor ainda, pode
conferir com sua Bíblia, abrindo-a na primeira página.
Eu coloquei entre parênteses a
interpretação habitual dada ao texto para explicar uma hipotética cosmogonia suméria, da qual, particularmente, discordo. Por exemplo,
não se pode interpretar Anu como sendo Urano, uma vez que o próprio texto nos
diz que ele é o “firmamento vazio, herdeiro e conquistador”, do mesmo modo que
não se pode interpretar Nudimud-Ea como sendo Netuno,
primeiro porque Nudimud significa “o Criador de todas
as coisas”, segundo porque ele é referido como tendo intelecto e sabedoria
maiores que o horizonte dos céus. Sabemos que um planeta não possui intelecto,
pelo menos sensível para nós, e uma vez que sua sabedoria é maior que o
horizonte dos céus, não pode ser um planeta, já que é comparado com o próprio
céu.
Uma
grande parde do restante do texto tem sido
interpretado como a criação do sistema solar _ confira, por favor, no Enuma Elish em anexo _ mas em
determinado momento é dito :
“O
astronauta que é a fonte da sabedoria, a inteligência brilhante que tudo
percebe e planeja, Nudimud-Ea, examinou a questão, examinando
o tumulto do caos, e contra este o
artífice do universo passou a elaborar um plano.
Ele fez um encanto para as águas, e este
encanto caiu sobre o Apsu, que caiu em sono profundo.
As águas doces caíram em sono profundo, Mummu
foi então derrotado, e Apsu, agora tomado por sono eterno, não mais se mexeu. “.
Negritei
pontos importantes: Ea, o artífice do Universo,
portanto, não um planeta em uma cosmogonia , já que
criou o Universo, e Apsu, tomado por sono eterno,
portanto, não o Sol. Parto do princípio de que, se uma astronomia primitiva era
avançada o suficiente para conhecer Urano e Netuno, ela teria,
obrigatoriamente, de saber que o Sol, de maneira nenhuma, está calmo, dominado
por sono eterno, imóvel. Logo em seguida lemos que “quando Ea
venceu o Apsu, ele o matou”, o que confirma que não
estamos falando de planetas do sistema solar, nem de sua criação. O termo que
traduzo por Astronauta é Anunaki _ os que vieram dos
céus à terra, isto é, os que aterrissaram vindo dos
céus _ o que não parece significar planetas em nenhum texto sumério.
Não pode ser uma poetização da criação do sistema,
porque os sumérios são muito claros quando falam de
coisas que eles não compreendem. Por exemplo, no Atra
Hasis eles falam de projeções holográficas utilizadas
para comunicação, sem nenhuma poesia, apenas a descrição do que viam: “algo que
não era matéria se formou”.
Em todo o início do Enuma Elish, fala-se de “mãe de
todos os astronautas” _ “em frente de Tiamat eles se sentaram, falando
sobre os jovens astronautas, seus filhos primogênitos”
_ , ou seja, a Terra é o lar dos astronautas que estão
no Espaço, mas tem de lutar contra ela. Ora, se a Terra é a mãe dos
astronautas, então os astronautas são terráqueos!
“Esta decisão
chegou ao conhecimento dos astronautas mais jovens, filhos e filhas de Tiamat e Apsu. Confusão
instalou-se, e depois, um grande silêncio, pois eles ficaram extremamente
perturbados”.
Logo em seguida:
“Ea derrotou
seus inimigos, pisando por cima deles.
Agora que seu triunfo estava completo, completamente em paz, ele descansou, em
seu palácio sagrado, Ea adormeceu. Por sobre o
abismo, à distância, ele construiu sua casa e templo, e ali, com toda
magnificência, ele foi viver com sua esposa Damkina .
Naquela sala, no ponto das decisões onde o
que deve vir a ser é pré-determinado, ele foi concebido, o mais sagaz,
aquele que veio do poder mais absoluto em ação.
No abismo profundo ele foi concebido, MARDUK
foi concebido no coração do Apsu, MARDUK foi criado
no coração do Apsu sagrado. Ea
é seu pai e Damkina a ele deu à luz
... ”
Uma grande descoberta nos textos sumérios é a de que o que se consideram seus deuses são
extremamente humanos. Assim, Marduk tinha um pai e
uma mãe, Ea e Damkina,
conforme o texto frisa, da mesma forma que todos os demais astronautas.
Voltando ao assunto, logo em seguida nos é relatado que “Anu criou a poeira,
criou o tornado, criando também o tufão e os ventos fortes para sacudir os mares”,
ou seja, já existam os mares, e se existiam os mares, obrigatoriamente teriam
de existir planetas para conterem estes mares. Portanto, mais uma vez, não se
trata da criação de um sistema solar, porque tudo o que realmente importa _ os
planetas, as águas, os mares, o ar _ simplesmente já estavam lá.
Então, o que vem a ser o Enuma Elish, senão uma cosmogonia
Solar? Para mim é história! O Enuma Elish fala de astronautas que saíram da Terra e se
espalharam pelo Cosmo, e em determinado momento tiveram de combater seu próprio
planeta Natal _ recorde que a Terra é mãe de todos os astronautas. Contra eles,
os astronautas do Cosmo, os terráqueos que estavam no Espaço,
a Terra lançou mísseis irresistíveis, como também “dragões
ruidosos que vestem sua glória como astronautas. (Quem olhasse tais criaturas
recebia o choque da morte) “ . Mais uma vez, observo que “quem olhasse tais criaturas ... “ portanto, teria de existir alguém para
olhar, já que planetas não enxergam. E se havia alguém, mais uma vez, não pode
ser a criação do Sistema _ haviam espectadores. Foi um
combate muito grande, visto que o texto enumera os aliados da Terra:
“-
Ela criou a Minhoca, o Dragão, o Monstro Mulher, o Grande Leão, o Cachorro
Louco, o Homem e Mulher) Escorpião”
Ou seja, aliou-se às constelações da
Serpente, do Dragão, da Medusa, do Leão, do Cão Maior e do Escorpião. Diante da
coligação, Ea relata:
“- Ela nos odeia, pai, nossa mãe Tiamat levantou as hordas, ela ruge com turbulência e
outros se juntaram a ela, todos os astronautas a quem deste a vida. Juntos,
eles estão para marchar com Tiamat, dia e noite,
furiosamente eles tramam, bradando e rugindo, prontos para batalha, enquanto
que a Velha Bruxa, a primeira de todas as mães, nutre uma nova geração”
Não
obstante, o artífice do Universo é sempre ponderado, até mesmo quando tem de combater:
“Irei ao encontro de Tiamat
e acalmarei seu espírito, quando o coração dela transbordar, ela irá ouvir
minhas palavras, e se não forem as minhas palavras, então as tuas irão acalmar
as águas”.
Contudo,
o poder reunido por Tiamat parecia ser atemorizador:
“Anshar ficou estupefato; ele olhou para o chão, sentiu seus
cabelos ficarem em pé. Ele balançou [vigorosamente] a cabeça para Ea e todos os Anunaki, os
astronautas reunidos no palácio, todos em grande silêncio, sentados em seus
lugares, calados, pensando no acontecido”
Em seguida no texto nós vemos uma
articulação para o comando dos exércitos durante a guerra, mas, mesmo tendo
sido Marduk o escolhido para comandar, já existe
muito de planejamento em suas palavras para o chefe dos astronautas:
“Criador de todos
os astronautas, aquele que decide os destinos, se devo ser teu vingador, aquele
que irá derrotar Tiamat, salvando a vida de todos os
astronautas, chame a Assembléia, dá-me precedência sobre todo o resto; e quando
o grande Anshar se sentar para passar decretos,
alegremente sentado no Ubshukinna, a Sala do Sínodo,
agora e para sempre, que minha
palavra seja a lei. Eu, não o grande Anshar, irei decidir a natureza do mundo, o que
deve vir a ser. Meus decretos jamais
deverão ser alterados ou anulados, mas que minha criação perdure até o
final dos tempos e os confins do mundo!”
Claramente vê-se que Marduk era, como também o seria Ea,
em todos os textos sumérios, extremamente apegado ao
que pudesse criar. Mais do que isto, já havia planejado que sua Criação
perdurasse até o final dos tempos e os confins do mundo, e
portanto, a própria essência da criação. A questão dos nomes provoca
muita confusão, mesmo porque, em determinado momento, a Bíblia relata um
conflito entre Hebreus e Babilônios, estes tendo Marduk
como Senhor, apesar de a mesma Bíblia nos dizer, da boca do general babilônico : “Este
meu Senhor a quem oras nos enviou contra ti”! Há um certo conflito de datas
quando Zacharias Schitkin interpreta os
acontecimentos: ele sugere que Marduk tenha usurpado
o poder, na Babilônia, e por isto foi perseguido pelos demais Anunakis, culminando numa guerra da qual conhecemos a
destruição causada a Sodoma e Gomorra; ocorre que tal
guerra foi em mil anos anterior ao cerco pelos babilônios à Jerusalém, isto é,
a cronologia sugerida por ele está errada, invertida. Mas há um ponto em que
ambos se igualam. Podemos ler nos Salmos de Davi que “Iah
é Seu Nome”. Isto é parecido demais com Ea, mesmo
porque não talvez seja esta a forma de se ler o nome lá escrito יה . Se assim o for, a afirmação do caldeu está justificada, e a
confiança do hebreu no fato de que ele dizia a verdade, também. Ou seja,
aparenta haver um Senhor do conhecimento de ambos os povos. E parece que Ele
era incontestável, para ambos.
Voltando ao assunto do
conteúdo do Enuma Elish. Em
seguida um emissário é enviado a Marte e a Vênus, relatando o que foi
estabelecido entre Anshar e Marduk.
Os astronautas destes dois planetas confirmam o comando:
“Nós te chamamos aqui para receber o cetro, para fazer de ti rei de todo o universo. Quando te
sentares no Sínodo, serás o árbitro; na batalha, tuas armas esmagarão o inimigo.
- Astronauta, salva a vida de
qualquer astronauta que se voltar para ti; mas para aqueles astronautas que
apreenderem o mal, que a vida destes astronautas lhes seja tirada”.
Repare que as palavras
negritadas não são exclusividade do Enuma Elish. Nós também as
encontramos em nossa Bíblia. Embora o texto nos fale que os astronautas ficaram
temerosos, logo a seguir nos é relatado que Marduk
partiu para o combate com todos os pais dos astronautas, isto é, temerosos ou
não, eles foram combater. Notamos também que aparecem pela primeira vez os
quatro cavalos que reencontramos mais tarde, no Apocalipse. O que me chama a
atenção, a seguir, é que o fim da batalha não era algo que estivesse sob o
controle exclusivo de Marduk :
“Quando tudo isto
tinha sido feito, os adversários derrotados, o inimigo orgulhoso humilhado,
quando o triunfo de Anshar havia sido alcançado sobre
o inimigo, e a vontade de Nudimmud satisfeita,
então o bravo Marduk apertou as cordas dos
prisioneiros”.
Somente quando a
vontade de Ea _ Nudimud _
foi satisfeita, a batalha terminou. Mas há mais no texto para afirmar que os
astronautas são terráqueos, logo a seguir:
“Ele cruzou o céu
para conhecer a distância infinita; ele colocou-se a si mesmo sobre o Abzu, o mesmo Abzu construído por Nudimmud
sobre o velho abismo que agora ele
navegava, medindo-o e mapeando- o .
Ele estendeu a
imensidão do firmamento, ele fez Esharra, o Grande
Palácio, à sua imagem terrena, e
Anu, Enlil e Ea tiveram
suas estações certas.”.
Em seguida:
“Quando ele havia
marcado os limites do ano, ele deu aos astronautas e a todos nós Nibiru, o polo do universo,
para manter o curso das estrelas, para que erro algum pudesse ocorrer ao longo
de todo firmamento. Para as estações de Ea e Enlil, ele estabeleceu um paralelo.”
E aí sim se inicia o Gênese, com a
criação do dia, da lua, do ano, etc. Há algumas citações a seguir que também
conhecemos de nossa Bíblia: “na sua mão direita, ele segurava a clava da
guerra, na sua mão esquerda ele segurava o ceptro da
paz” e “, Marduk significava apenas o filho
bem-amado, mas agora ele é em verdade o Rei” . Esta afirmação, para mim, é muito
elucidativa, mesmo porque nunca soube o que significa o nome Marduk, e agora o texto afirma: “Filho bem amado”. Em
outras palavras, o nome parece ser um epíteto, não um nome, especificamente. A
seguir vem outros vocativos, igualmente conhecidos por nós:
“como Rei dos Reis, Senhor dos Senhores do Universo” e uma citação muito
nossa conhecida “Toda glória seja dada ao filho ... , pastor
dos homens e mulheres, ele fez da humanidade suas criaturas até o final
dos tempos”.
Não, não precisa fazer o sinal da cruz e
dizer “vade retro”: não há heresia, pelo menos em
minha compreensão. Não estou colocando palavras na boca de um ídolo, estou
procurando a verdade, e a mim parece, como você também vai concluir, que a
verdade está dita há milênios, há 500.000 anos, sem que nada nela tenha sido
alterada. Se você analisar contra quem o Senhor em que acreditamos sempre
combateu na Bíblia, vai ver que os combates foram contra a idolatria e os
cultos errados. Ao Todo-Poderoso nunca aprouve adorar uma escultura, ou repetir
lamentos, ou fazer sacrifícios _ “jamais vos pedi sacrifícios: poderia Eu
chamar de aprazível ao dia em que o homem entristece sua alma? “. Esta afirmação do Velho Testamento reafirma o tipo de
culto primitivo sumério, onde havia pão e vinho para
todos, inclusive os servos. Nada mais justo que aquele que aprecia a alegria
indignar-se com a tristeza _ “deixai os mortos enterrar seus mortos, mas vai tu
e prega o Reino”.
Entre muitas outras
coisas “suas palavras irão perdurar.
Ele é bom, ele tem o poder da vida, seu nome e seu poder está nas bocas dos
homens e mulheres de cabelos negros que se lembram dele “. O que digo é que sempre, em toda a nossa história, temos sido vítimas
nem da interpretação dos sacerdotes, mas de sua ganância pelo poder e pelas
riquezas terrenas. O princípio da paz e da harmonia, o dom da vida, a
autoridade do Senhor, sua alegria com sua Criação, tudo sempre existiu, mas
sempre existiram intermediários que raptaram o princípio, acreditando-se
intocáveis, e adaptaram ou criaram normas para encherem seus bolsos e sua fome
de poder. Ora, não são intocáveis. Não estão a salvo do Todo-Poderoso.
Quanto a nós? Quem somos? “Ele é ... a semente, que criou as raças humanas de
todos os quadrantes do mundo”. Eu
não preciso de interpretações, quando o que procuro está escrito com todas as
letras. Se esta afirmação é uma benção, também é a minha responsabilidade! Não
sou qualquer um: sou descendência do Todo-Poderoso! Apenas cantar
e orar não é suficiente, eu tenho de trabalhar de acordo com minha
posição, exercer meu posto! Não sou uma coisa perdida que acredita que cantando
e se lamuriando alcance alguma coisa: sou Filho, tenho um compromisso, um laço
de sangue, eterno, uma causa pela qual combater, um código genético pelo qual
zelar. Mas será que é somente isto o que tenho de fazer: escrever o que
acredito estar correto em relatos antigos? É algo que não sei! Mas acredito que
toda a reinterpretação que estou tendo de fazer não é
minha culpa, visto que não fui eu quem alterou todas as instruções que haviam no manual para atender aos próprios interesses. Só,
pensando por mim mesmo, tenho de reencontrar verdades e ordens, não para
atender meus interesses, mas eliminando os que foram incluídos nos textos
antigos. De qualquer forma, exercer o raciocínio não é algo que desagrade ao
Todo-Poderoso, embora muito mais pudesse ser feito.
Voltando ao texto, nossa
existência é efêmera? “Ele reúne os astronautas como quem reúne um rebanho, Ele, o conquistador de Tiamat.
Que a vida dela seja breve e curta, que ela se retire para o futuro distante
da humanidade, até que o tempo envelhece, mantendo-a ausente para todo o sempre” . O que
entendo neste trecho é que o planeta dura menos do que
nós, e que nosso futuro se distancia tanto que até mesmo o tempo envelhece. Em determinado
momento, Ea diz: “Os grandes astronautas
glorificaram meu filho, Ele é Ea, dotado de nomes do
meu próprio nome, ele ira executar minha vontade” . E
neste ponto parece que as coisas se esclarecem. O Filho bem amado é Ea! A sua inteligência é vasta, tanto quanto sua
benevolência. Ele, o bom, o justo, o correto!
Passo agora a outro
texto, com o qual comecei este capítulo: Ninurta. Ninurta é filho de Enlil, e
também tem o nome de Ningizu. O “nin”
parece significar grande, poderoso, ou coisa que o valha. Então a palavra é
formada por dois nomes nin-gizu. Segundo o Atra Hasis, somos descendentes de
Geshtu-é, foneticamente muito parecido com Jesué, embora eu não possa afirmar nada a respeito dos
significados. O texto Ninurta nos fala de outro
combate dos Anunakis pelo planeta. Em algum período
somente Ninurta restou em condições de combater os
inimigos, e o resultado de seu combate é algo visível até hoje: o deserto do
Saara! Conta a história que foi o resultado do ataque
de somente uma nave! Eu acredito nisto.
“O filho,
prazer de seu pai, o amplo, nascente de profunda deliberação, Ninurta, o Senhor, o filho de Enlil,
presenteado com compreensiva sabedoria, o ...... deus,
o Senhor forte que cavalga o viajante temporal, e junta os batalhões”.
Temos
o texto “Enki e a ordem do mundo”. Como em todos os
textos, nos é relatado que “Enki, senhor do hegal senhor da sabedoria, amado
de An, ornamento do Eridu , que
direciona ordens e decisões ...”. Mais uma vez temos
um filho amado. Agora, contudo, sabemos que o Filho Amado tem um nome. Os
textos mais antigos existentes sobre nossa gênese não falam de uma criação
manipulada em laboratório, mas de uma descendência direta _ motivo, aliás,
desta obra se chamar a Sétima Criatura. No texto Enki e Ninmah
existe o relato de trabalhos em laboratório, que geraram seis criaturas.
Nenhumas delas teve o aval dos dois criadores. Todas
as seis criaturas são chamadas de criaturas, mas a Sétima não é chamada assim e
sim de “filho”. Em um momento Enki diz “possa a minha
descendência ... “. É a primeira vez que ele o diz.
Não o disse das criaturas anteriores, mas disse-o da Sétima. Tanto o Enuma Elish quanto este texto
concordam em que o Homem tinha de falar com os Anunakis.
Mas Enki decretou para o Homem um destino muito maior
do que para qualquer outro ser:
“Liberte-o
de seus laços ....... Ninmah,
possa seu trabalho ser ......, você ...... para mim isto está errado; quem pode
afirmar o contrário? O homem que eu criei ...... depois de você ......, deixe-o
falar conosco! Hoje, deixe minha
descendências falar, permita que sua sabedoria seja confirmada ! Possam Enkum e Ninkum ...... proclamar
sua glória ....... Minha irmã, a heróica e poderosa ....... A música ......
a escrita (?) ....... Os deuses que ensinam ...... deixe Umul construir minha casa .......”.
Ou
seja, um amor e uma confiança muito grandes sempre existiram por parte de Enki, filho de Ann, para com a
Humanidade. É no texto “Enki e a ordem do mundo” que
encontramos pela primeira vez uma afirmação bíblica: “Eu sou o Senhor “ ( En-me-en ) . “Eu sou” ( en-me
). “Eu sou o primogênito de Ann” ( an-na-me-en ). A fonética
destas palavras nos remete imediatamente ao Amem. E mais do que isto, nos reenvia a Moisés, quando o Todo-Poderoso lhe fala “EU
sou”. As mesmas palavras parecem significar muito, e serem facilmente
compreensíveis para Moisés. Porquê? Como Moisés nunca o havia visto antes, as
palavras deveriam ter algum significado prévio. Isto faria sentido se ele
tivesse acesso ao texto. Mais tarde, no NT, nós lemos que Jesus Cristo afirma:
“Eu sou” e “Vós me chamastes de Senhor da Terra, e disseste-o bem, porque eu
sou”. Esta frase teria um sentido para nós, mas comparado ao texto sumério, tem ainda mais significado: Senhor da Terra é Enki em sumério. E o “eu sou” é
repetido.
“Eu sou (me-en) a
verdadeira descendência, provinda do Touro.
Eu sou o primogênito de Anu (an-na-me-en).
Eu sou a grande tempestade que se abate sobre o "Grande Abaixo":
Eu sou o grande senhor sobre a terra.
Eu sou o primeiro entre os legisladores.
Eu sou o pai de todas as terras.
Eu sou o grande irmão dos deuses,
O hegal é aperfeiçoado em mim.
Eu sou o que sela o que está acima e o que está abaixo.
Eu sou o hábil e sábio nas terras.
Eu sou o único que dirige a justiça vinda de An,
o rei, nas leis de An.
Eu sou o único que olhando sobre o Kur,
Decreta os destinos com Enlil:
Ele colocou em minhas mãos o decreto dos destinos
E os lugares aonde o Sol nasce.
Eu sou o único com quem Nintu realmente se importa:
Eu sou o único a quem Ninhursag deu um bom nome.
Eu sou o líder dos Anunakis.
Eu sou o único primogênito de An. “
Independentemente
de nomes, mesmo porque os nossos sacerdotes não foram os únicos a legislar em
causa própria, o que se apreende é que nada mudou na lei eterna. Temos um
Senhor, que continua sendo o mesmo Senhor de milênios atrás, e temos um novo
nome, com a mesma lei _ foi o próprio Cristo quem disse que não cairia um til
da lei. Os nomes, os epítetos, o amor com relação ao Senhor, e do Senhor em
relação a seus Filhos e Filhas, nada muda. Nosso Rei dos Reis, Jesus, Senhor da
Terra, que existia muito antes do que tudo existisse, e sem o qual nada do que
existe teria sido criado _ o que também lemos no Enuma
Elish: “Se não fosse por Ele, nada teria sido criado de belo ou sutil” _ é o
filho bem amado de Ann, o Pai que está nos céus. O
nome do Senhor é Iah, fala-nos Davi, e isto nos
remete aos textos sumérios. Obviamente, se o Senhor
nos deu um novo nome pelo qual chama-Lo, vamos falar
este nome, ainda que talvez não deva existir diferença entre falar Senhor
Jesus, em português, e Nin-gizu, em sumério. O nome que nos foi dado é o nome do Filho bem
amado. Mas o que o Filho não tolera? Nós o lemos em toda a Bíblia: a idolatria,
os sacrifícios, as lamúrias idiotas. O texto “Hino para Nance”
nos conta sobre um ritual religioso sumério: um
banquete em que todos, sem distinção, participam. Neste texto, por sinal, lemos
pela primeira vez que alguém “acolhe a causa do órfão e da viúva”, o que mais
uma vez nos remete a nossos textos mais recentes da Bíblia.
Em
resumo: não existe em minha mente nenhuma dúvida que nosso Senhor, Senhor de
Toda a Terra, seja
Jesus, como também não existe nenhuma dúvida de que ele se confirma nos textos sumérios de 500.000 anos atrás. Da mesma forma, como Ele
mesmo disse, também se confirma nosso destino maravilhoso, não somente pela
Bíblia, como também pelos mesmos textos sumérios. Se faço analogias de nomes e epítetos, não encontro
disparidades, exceto uma: a de que os intermediários mudaram a história, os
objetivos e nos tiraram do cumprimento de nossas tarefas neste planeta _ porque
somos todos Anunakis _ legislando em seu próprio
benefício com uma lei que de forma alguma tinham o direito de mudar.
Para
nossa sorte temos não somente um Senhor Justo, mas também um Senhor
benevolente. Para azar dos que mudaram o que não podiam, este nosso Senhor
benevolente também é um Senhor muito Justo!