Um cilindro sumério apresenta desenhos que sabemos serem astronautas. Ao lado, apenas para confirmar isto, existem vários desenhos aparentemente sem nenhum significado, de animais, arqueiros, etc. Para confirmar? Claro, os desenhos são as constelações: Sagitário, Orion, carneiro, cão maior, etc. O texto do Atra Hasis inicia apresentando a hierarquia dos astronautas, e passa a um discurso de Enki: "Meu Pai, senhor do que está acima e do que está embaixo, deixe minhas criaturas vigiarem o que está em cima e o que está embaixo". Nós sabemos quem sejam as criaturas de Enki, e aqui, mais uma vez, sabemos também a que elas foram realmente destinadas ( confira com a tradução do texto sumério "Enki e Ninmah", no Apêndice 1, em anexo ). Outro texto egípcio da época dos faraós informa que "as estrelas do polo norte são imóveis", o que só se verificaria estando lá ou possuindo o mesmo conhecimento astronômico que possuímos hoje. Usado para fins de navegação! Isto é, os egípcios possuíam alguma coisa na qual pudessem navegar até o Polo Norte. Como conseqüência, tinham como se agasalhar no frio ártico, e também um sistema muito preciso, para retornarem ao Egito e comunicarem a quem escreveu o livro dos mortos como aquilo funcionava. Como na maioria dos casos, aprende-se mais nas entrelinhas do que no que está escrito. Outro texto sumério fala exatamente isto: "que minha descendência aprenda a ler nas entrelinhas". Fabuloso, para quem deixou 700.000 textos escritos!

Por outro lado, os textos da Mesopotâmia estão repletos de conversas entre os "deuses", com acaloradas discussões. Qualquer um que os leia pode argumentar que havia muita discórdia entre eles, contudo, minha pergunta continua no âmbito das entrelinhas: quem estava lá para relatar o que eles discutiram, caso o tenham feito? Eis a questão. Se ninguém estava lá, não pode informar sobre o que foi dito, a menos que tenha sido um deles ou que tivesse um sistema de espionagem, o que não parece muito viável, já que seria necessário ir até lá para colocá-lo. O que eu escrevi? Desculpe, talvez eu tenha errado, já que possuímos um texto em sânscrito descrevendo como construir aeronaves invulneráveis, espionar planetas inimigos, e até mesmo como "dirigir" estes planetas adversários através do espaço para que fossem destruídos! Em outras palavras, a sétima criatura não somente teve um destino bem determinado, mas também é um ser altamente considerado, com um objetivo idem. A sétima criatura, que tem de reconstruir a casa de Ninmah e construir a casa de Enki, tem um manual de 4000 anos informando como construir naves e combater inimigos em escala cósmica, com um tecnologia que ainda não redescobrimos!

Hoje já não somos aldeias isoladas em planícies férteis, pelo contrário, qualquer ponto do planeta pode ser fértil, justamente porque não somos mais aldeias isoladas. Como em passes mágicos, usando a fantástica criatura chamada "rato-do-céu", utilizamos uma parede de vidro iluminado ligada a uma "caixa-divina" de onde, até mesmo, se ouve o que está distante _ nosso já conhecidíssimo computador pessoal _ e com a devida permissão dos controladores das comunicações _ como o hotmail, o icq, e tantos outros _ podemos Ter comunicação instantânea com qualquer lugar da Terra, mais que com o telefone, o telégrafo e o rádio, antes do modem. Parece que nós apenas preparamos tecnologia para utilizar nestas caixinhas-do-céu, e somente pretendíamos usá-las com elas. Veja, será que ouvimos rádio com a mesma freqüência com que ouvimos músicas pelo micro? Ou será que usamos o telefone com a mesma freqüência com que enviamos e recebemos mensagens gravadas _ ou em tempo-real _ usando a Internet? Com certeza, nem tudo o que circula pela caixa mágica é convencional ou padronizado, mas, afinal, "deixe a minha descendência mostrar a sua sabedoria"! O que a Internet tem a ver com sumérios, egípcios e hindus? Resposta: de repente, seja de que forma for, nós temos acesso a informações em línguas diferentes, seja lá de que forma estejam traduzidas! Nossa necessidade de comunicação é tão intensa que quando descobre-se a rede mundial, difícil é largá-la por qualquer outro motivo, ao invés de permanecer nela. Porque?

Primeiro, porque a história da confusão de línguas em Babel não me convence, já que no próprio Gênesis está escrito, alguns versículos antes deste fato, que "os filhos de Jafé, ... foram para suas ilhas e para suas terras, conforme suas línguas", portanto, haviam línguas diferentes antes de Babel. Segundo, para que uma torre para alcançar o céu? Hoje sabemos que uma torre para alcançar o céu é uma torre dotadas de antenas de comunicações. Ocorre, contudo, que se não fosse esta uma base para nosso alto objetivo, nós não teríamos nem o telégrafo. Nossas torres de comunicação alcançam e procuram no céu _ com o projeto SETI _ mas, diferentemente da Babel bíblica, nós não estamos tentando combater os deuses, pelo contrário, parece que todos nós nos convencemos de que somos um aliado. Comunicação global parece ser algo que sempre necessitamos, desde 2000 a.C. Se nada ocorrer de errado, que contrarie a existência da Terra como uma Unidade, ou seja, enquanto ela não se voltar para ambições pessoais e nacionalismos idiotas, nós evoluiremos. Se não o fizermos, com certeza vamos Ter outra intervenção, como já conhecemos ser possível, com o dilúvio, com a manipulação dos destinos dos planetas, etc.

Voltando ao tema, se possuíssemos uma forma de comunicação como a que possuímos hoje, há 4000 anos, provavelmente todos e qualquer um de nós teria acesso a informações como as do texto sânscrito, por exemplo. Agora, me coloco na situação de analista do fato. Se você tivesse, entre outros, o poder de se tornar invisível, com uma nave invulnerável, com equipamento bélico capaz de desviar planetas de suas órbitas e arremessá-los uns contra os outros, por exemplo, o que seria de seus adversários? Para mim, este é o ponto central da questão! Que somos capazes de uma evolução tecnológica fantástica, é mais que óbvio. E nossa evolução para algo que se chame civilização? Será que somos capazes disto? Não sabemos, ainda, porque em toda a nossa pré-história e história, temos apenas desenvolvido tecnologia e, para nos manter a salvo de nossos inimigos, construímos impérios baseados em um altíssimo poder militar. Hoje, porém, nos reunimos em uma sala-de-estar global, com as dimensões da Terra, e trocamos idéias com pessoas que de outra forma jamais alcançaríamos ou encontraríamos. De uma forma global, podemos aceitar ou não, e evoluir ou não, toda e qualquer idéia que toda e qualquer pessoa disponibilize na rede! E nos reunimos em um corpo com tanta semelhança de nós mesmos, fisicamente, que até mesmo doenças e vírus possuímos na nossa pequena, primitiva, apenas um embrião, ainda, de rede. Extrapolamos fronteiras, nos liberamos delas: podemos "residir" na Rússia, nos USA, no Brasil, na Polônia, em qualquer lugar, na velocidade espantosa de um instante. E estranhamente, nossa rede nos fornece um mundo diferente, onde, ao invés de cada vez termos produtos mais caros, o que ocorre é que cada vez temos produtos mais baratos, e até mesmo gratuitos! "Vinde e comprai, comprai sem dinheiro ... ".

Mais do que nunca "nossa voz é dita em Tebas e repetida em Mênfis", como dizem os textos sobre a Esfinge! E isto é pouco, muito pouco, ainda, mas nós conseguimos reevoluir nossa tecnologia 10.000 anos em 100, mesmo tendo duas guerras mundiais no meio, e não precisamos nos preocupar muito mais com isto: é inevitável ! Ou, como dizem os textos sumérios: "o destino"! E novamente o que me pergunto é "porque"? Como um ser vivo pode ao mesmo tempo possuir o livre-arbítrio, Ter sabedoria e Ter um destino? Minha única resposta é que este destino deve ser alguma forma de codificação em nosso DNA, ou alguma forma de recordação ou sentido em nossa mente. Nossa mente é um conjunto complexo de 10 bilhões de sensores, que geram uma infinidade de outros, não importa como os combinemos. Obviamente, para detectarmos o que seja útil em termos de informação neste número infinito de sensores, somente possuindo o livre-arbítrio, realmente. Somos até capazes de reconstruir a máquina de Anticítera, de 2.100 anos! Nosso _ perdão, não nosso, somente dos que não conseguem entender _ é que a tecnologia da máquina grega é uma tecnologia que temos em nosso tempo atual, não há 2.100 anos, pela história. Obviamente, não poderia existir um artefato de alta tecnologia há 2.100 anos se não a possuíssemos, mas parece que a história é muito fraca em inteligência, e muito lenta em raciocinar! Se eu achar uma televisão de 2.000 anos de idade, então alguém teria de tê-la construído, e portanto tinha o conhecimento e a tecnologia para faze-la! Não adianta fazer a assertiva de que não existiam televisões naquela época, porque se eu achar uma, então a tecnologia era conhecida, e ponto-final, não há margem para "tecnologia isolada", mesmo porque seria inconcebível uma televisão sem emissoras. Desta forma, afirmar que a máquina de Anticítera não existe, é tapar o sol com uma peneira, já que se ela existe, e se foi construída no século 1 a. C., o óbvio é que a tecnologia existia! Supondo que fosse um conhecimento isolado, então seu construtor era um exímio engenheiro mecânico, um magnífico astrônomo, um fantástico observador, dispunha de um precioso e preciso equipamento para as medidas que a máquina informa, como medidores a laser, séculos de observação, um supercomputador, uma matemática que se igualaria a nossa, sistema de satélites e observatórios espaciais. Não um povo, mas somente uma pessoa, já que era um conhecimento isolado!

Se observarmos os aviões pré-colombianos em miniatura, não uma, mas dezenas delas, a questão não é afirmar que existia alguma coisa parecida com um avião andando pelos céus da Terra, e não há milênios _ já que os objetos são pré-colombianos, apenas, mas não pré-históricos _ mas há 1.000 anos no máximo, ou seja, enquanto os vikings cruzavam o Atlântico Norte, aviões passeavam pelo céu das Américas, mas Ter a consciência de que exerciam uma impressão forte em todos o suficiente para serem retratados e esculpidos em ouro. Era óbvio que estavam lá, ou não teriam sido representados, a menos que creditemos aos Incas a invenção do avião _ o que fica até compatível com a planície de Nazca, embora eu não creia muito em uma invenção tão recente. Claro que se alguém comentar que se passeavam pelo céu então causavam uma forte impressão, eu só posso agradecer pela aceitação da idéia, porque não contrariando o fundamento de uma idéia, o que se está fazendo é aceitá-la. Se não fui claro: se alguém usa o básico de minha idéia para tentar me contradizer, então está implicitamente aceitando tal idéia! A redução matemática ao absurdo não pode ser aplicada, porque o básico do absurdo _ miniaturas dos aviões _ vai continuar existindo: ninguém vai desintegrar as miniaturas dizendo que deduzi errado. Elas estão lá. Seria como dizer que os Andes não surgiram por movimentos das plataformas continentais, mas sim que caíram do céu, ou se formaram por mágica de algum curandeiro indígena. O conhecimento científico diz que eles se formaram pelo movimento das placas continentais, e afirmar outra coisa, seja ela qual for, não vai tirar os Andes de onde estão! Ocorre que o conhecimento científico nos diz que não fazemos esculturas de objetos que possuímos, hoje, se não os vermos ou se não tivermos idéia de como sejam. Nós não fazemos escultura de uma esquadrilha de papagaios atômicos! Por mais abstratas que sejam nossas esculturas, nós empregamos objetos com os quais temos contato! Não há outra situação: podemos até dar asas à imaginação, esculpir centauros, homens-pássaros, o que for, mas empregamos formas que conhecemos, ou seja, homens, pássaros, cavalos, arcos e flechas. Se o conjunto é abstrato ou surrealista, é outra coisa, mas os componentes são reais. Nossa espécie nunca busca analogias com o que não conhece, mesmo porque, se o fizesse, não haveria nenhuma evolução. Nós criamos analogias com o que existe. Então, os aviões pré-colombianos, se reproduzem alguma coisa desconhecida, teriam de estar baseado em analogias com coisas existentes e conhecidas. Para mim, que vejo nas esculturas aviões, e não besouros sofisticados com aletas traseiras como nossas aeronaves atuais, não há problema algum, mas para quem refuta, pergunto: eram os aviões que imitavam os besouros, ou seja, os Incas basearam-se na figura de besouros para representar aviões, ou eram os besouros que imitavam aviões, isto é, os Incas se basearam nas figuras de aviões para representar besouros? Em qualquer hipótese, haviam aviões! Há menos de 1.000 anos, na América!

Você gosta de lingüística? Os irlandeses diziam que a ilha a Oeste da Irlanda se chamava I Brzil e era riquíssima em ferro. Todas as lendas gregas falam de um continente à oeste da Europa _ Atlântida. Você pode notar que nós mantemos até mesmo os nomes: Atlântico é o oceano, Brasil é o país no qual escrevo. Agora, vamos refletir sobre fatos acerca de línguas sobre as quais não tenho conhecimento direto, mas indireto, através de lingüistas. Nipur, a cidade suméria, grafa-se Ni.pi.ru. Abraão, grafa-se como I.Br.im, mas originalmente era Ni.pi.rim, ou seja, alguém natural de Nipur. Agora, reflita comigo: I.br.zil não poderia originar-se de Ni.br.zil, ou Ni.br.zim ou Ni.bi.ri.im ? Minha questão não tem nada de nacionalista, mas de situação: alguma coisa, a oeste da Europa, era dotada de uma altíssima tecnologia, e seu nome era I.Br.zil em irlandês, ou celta. As lendas sumérias falam de um planeta, chamado Nibiru, o que para mim está muito perto de Ni.bi.ri.zim para que um nome não esteja associado ao outro! Antes da Suméria _ em sumério "o local da aterrissagem" _ Ter qualquer coisa nem que fossem palafitas, a América tinha Tiahuanaco, a cidade mais antiga da Terra, com mais de 10.000 anos. Há 6.000 anos, contudo, alguém chegou na Suméria vindo do espaço, e diziam-se vindos de Nibiru. O símbolo do planeta, ou local de origem, era uma cruz de braços iguais. Por "acaso" todos os barcos vindos da Europa para "descobrir" a América, tinham uma cruz de braços iguais, nas velas. Se não fosse suficiente, até mesmo os vikings vindos da Escandinávia tem um sinal parecido, que representa a mesma coisa, na forma da runa Gifu. Em outras palavras, de alguma forma, a cruz de Nibiru tinha de ser levada de volta para a América, ou I Brzil . Ou Ni Brzil? Ou Nibiru?

Astecas, Maias e Incas possuem deuses-serpentes. O "deus-serpente" sumério era Ea, criador do homem. Como os sumérios, a América tinha também seu deus-ar, o Enlil sumério ( para mim, nem Ea, nem Enlil, somente sumérios ). As histórias sumérias contam que Enki foi para o Oeste, para além do mar, e retornou somente depois, para reconquistar a região. Os temos sumérios Ti, Ki e Ea existem em toda a América, associadas à figura do navegador _ Ea sumério _ na forma de Kon-Tiki, que na música polinésia torna-se "Kon Tiki Ea". Todos os quatro termos são sumérios, relativos à água, relativos à navegação. E também são termos incas e polinésios com o mesmo significado. A América está imersa em nomes e símbolos dos ‘deuses’ sumérios: a cruz de Nibiru, o tridente ou a árvore da vida, ambos de Ea, na costa do Chile, a serpente, o pássaro, as máquinas voadoras, as pirâmides. Uma cidade no alto dos Andes se chama Machu-Pichu, que são termos sumérios. O famoso Aku-Aku são termos sumérios. Inca parece ser uma corruptela de Enki, do mesmo modo que o Egípcio Ankh, tudo significando vida. Atlântida está no nome Aztlan, maia, e se alguém disser que não tem nada de sumério, eu falo que temos Aztl.ann, onde Ann é o governador celeste dos ‘deuses’ vindos de Nibiru. Ora, se eu tenho um lugar, que diferentemente de todos os demais lugares já pesquisados, corresponde a um jardim imenso _ a Amazônia _ situado a leste de montanhas excepcionais _ os Andes, entre rios enormes _ Amazonas, Tocantins, Araguaia, Negro, Solimões, etc, como na descrição do Édem, um lugar que se chame exatamente Nibiru, como os ‘deuses’ sumérios informaram, um lugar que possua uma cidade chamada exatamente Aztlan, como informavam os gregos, e por sinal um lugar que contenha o nome do governador dos céus, Ann, uma região em que todos os nomes sumérios tem significado tanto na América quanto na Mesopotâmia, este lugar são as Américas. Para completar, os sumérios relatam que houve uma divisão da Terra em duas partes: a do Norte, sob o controle de Enlil, e a do Sul, sob o controle de Enki. Nossa América tem exatamente uma divisão em duas grandes partes, sendo impossível não diferenciá-las do espaço, por exemplo.

Na América temos Tiahuanaco, a cidade mais antiga da Terra, temos o mais antigo espaçoporto da Terra, em Nazca, temos a árvore da vida esculpida nas montanhas, do Chile, temos uma cidade de nome sumério que é um porto a 4.000 metros de altura, em Machu-Pichu. Na América, ao contrário de todas as outras regiões, os termos sumérios não foram corrompidos: Ea é Ea, Ki é Ki,, Ti é Ti, Kun é Kun, Aku é Aku, Machu é Machu! Tiahuanaco, por sinal, tem somente componentes sumérios em seu nome : Ti. Ahu.ana.ki! Se você ver com abertura mental, vai reconhecer em Tiahuanaco uma corruptela do nome: Ti.Anu.Na.Ki, ou, pelo pouco que sei dos termos, o nome completo "anunaki" com o sufixo Ti _ vida! Anunaki significa "os que vieram do céu até a Terra", ou, em termos atuais "os astronautas que aterrissaram". Só que o nome não está na Mesopotâmia, e sim nos Andes. Obviamente, pelo menos com o meu entendimento, não encontrar nada, nem uma linha, que possa ser decifrada em qualquer outra língua da Terra, nas Américas, nem nenhum outro sinal, ou construção monumental como as pirâmides _ claro, para quê pirâmides de 300 metros, quando se tem um porto há 4.000 metros de altura? _ só podem significar que todos os outros pontos tinham de ser reconhecidos de alguma forma. Claro que você consultaria um mapa para uma cidade estranha, ou perguntaria aonde é o banheiro, em um local que visitasse, mas obviamente você não precisaria de um mapa para sua própria casa! E como você identificaria sua casa? Como "minha casa", simplesmente, ou Tianunaki _ nossa Tiahuanaco!

Para sua casa você não precisaria de informar que existem pirâmides, girafas e elefantes, como os desenhos pré-colombianos retratam, mesmo porque você sabe o que existe em sua casa. Mas você diria que a África, por exemplo, tem pirâmides, elefantes e girafas.

É pouco? Que outra região da Terra é tão rica em petróleo como os USA, ou em ferro, como o Brazil, atualmente ? Não obstante, nas planícies destes dois territórios nós não temos nenhuma cidade ou construção que se erga excepcionalmente para o alto, ainda que possuamos as construções mais bem feitas, ornadas e conservadas da Terra, como as pirâmides Maias, Astecas e Incas! Ainda que com todas as diferenças regionais, a América se comporta como um corpo único, para as grandes decisões. Nunca foi palco de uma invasão de nenhum povo de outro continente, por discórdia de um dos países americanos, pelo contrário: a América para os americanos. Nem mesmo Cuba teve sucesso com os mísseis soviéticos, na década de 60. E apenas para não fugir a nosso fantástico destino: observatórios nos Andes, bases de lançamentos de naves espaciais nos USA! Tudo isto, menos de quinhentos anos depois que, com a vinda dos Europeus, os anunakis tiveram de retornar para o espaço, ou para um tempo que não podemos detectar, neste caso partilhando o mesmo espaço que nós, atualmente! Caso você não saiba, estimava-se que haviam 16 milhões de Incas na América quando os Espanhóis chegaram! Não creio que os espanhóis tivessem trazido pólvora e balas o suficiente para 16 milhões de tiros certeiros, mas é indiscutível que os Incas, em sua imensa maioria, simplesmente, desapareceram!

Por outro lado, se temos uma ancestral do homem primitivo descoberta na África, cuja descendência se espalhou para Europa e Ásia _ embora falte o necessário ancestral masculino. Hipoteticamente, o homem veio para a América há quinze mil anos, embora todo o raciocínio aponte para 40.000 anos. Com as diferenças raciais eu não me preocupo, porque mutações ocorrem em muito pouco tempo _ somos uma espécie com uma fantástica capacidade de adaptação, motivo pelo qual sobrevivemos até agora. Estas datas para mim são o que menos importa, porque na verdade não se tem uma explicação plausível para o "surgimento" do homem nem há quinze mil, nem há quarenta mil anos, na América. Apenas existem esqueletos e datas, e supõe-se, mas não se prova. Agora, o que fazemos com dois monumentos imensos de mais de 10.000 anos, como as cidades de Tiahuanaco, Cuzco e Machu-Pichu! Se o homem surgiu em qualquer outro lugar, porque as cidades antigas estão aqui, não lá? Será que o clima da América, com o El Ninho e o frio andino, era mais propício a evolução humana que na Suméria, de clima temperado, de forma a que os humanos que migraram para cá conseguiram construir cidades fantásticas, enquanto os mesmos humanos, do outro lado do mundo, não o conseguiram? Talvez fosse mais fácil levar pedras para o alto das montanhas do que transporta-las pela planície!

Não analiso a evolução da Suméria, de 6000 anos para cá, mas há 12.000 anos. Creio que nada se compara em termos artísticos aos relevos sumérios, como creio que nada se compara em termos literários às obras sumérias e hititas _ historicamente aliados, com ‘deuses’ de mesmo nome, inclusive. Baalbek é fantástica, mas não tem a idade de Tiahuanaco, da qual nem os Incas sabiam quem a havia construído. O complexo do vale dos Reis é incrível, mas será que as pirâmides egípcias tem a beleza das pirâmides Maias? Não estou indagando sobre o nível de civilização de um e outro povo _ maia e egípcio _ mas da beleza das construções. Não obstante, as pirâmides americanas são cheias de desenhos, enquanto as egípcias não possuem nenhuma inscrição. Em comum, nenhuma das duas possuem ninguém em sarcófago algum!

Outra coisa que me intriga é porque estas construções são chamadas de templos? Quando penso que diz-se que o Stonhenge é um centro religioso porque se encontrou sangue e carvão na construção, fico imaginando que todas as nossas cidades, daqui há alguns milênios, serão, então , consideradas templos, já que sangue e carvão existe em todo lugar. Não existe nada em nenhum lugar destas cidades que informa serem centros religiosos, embora ambos os tipos informem conhecimentos astronômicos. E aí, nós esbarramos novamente em um fato comum: o calendário. O dia 11 de Julho, dos maias, era chamado o "dia sem nome", e o dilúvio começou em algum dia de julho, segundo os sumérios. O primeiro dia do ano maia era 16 de julho, e foi neste dia que os relatos sumérios informam que Ziuzudra chegou à terra firme, após o dilúvio. Os gregos diziam que a Atlântida foi submersa por volta de 10.000 a C , o que confirma a data do dilúvio sumério, e , curiosiamente, é posterior à construção de Tiahuanaco, que não tem vestígios dele, óbvio, já que está no alto. Mas isto é uma data estranha: é mais ou menos a data em que os Andes surgiram, isto é, precipitaram-se para cima, com a colisão das placas continentais. Então, Tiahuanaco estava lá, antes disto acontecer, também. E provavelmente Machu-Pichu, já que é um porto, e não um observatório astronômico.

O que é muito estranho: o homem veio da Ásia sem trazer nenhum animal, para a América. Podia Ter trazido o cavalo, o burro, o camelo, o elefante, mas não trouxe: ele preferiu trazer o que precisava nas costas, já que o caminho era "fácil" de ser trilhado. E embora tenhamos dinossauros antiqüíssimos na Argentina, eles não saíram daqui para a Europa, Ásia ou África, já que, segundo a "ciência" o Estreito de Bering só podia ser atravessado da Ásia para a América, e não no sentido inverso _ como as escadas, que só podem ser usadas para subir, não para descer, conforme todos sabemos. Raciocine comigo: em que lugar da Terra, um povo resolveu fazer um crânio de cristal, utilizando uma alta tecnologia metalúrgica para construir um objeto de arte? Deveria Ter sido no Egito, na Suméria, na Grécia, mas foi na América. Aonde existem réplicas em metal não de uma coisa voadora, mas de aviões? Na América. Aonde existe um espaçoporto na planície? Não é na Europa ou Ásia, mas na América. Aonde há uma cidade com o nome exato dos ‘deuses’ sumérios? É também na América. O egípcios empilharam pedras? Certo, mas onde as pirâmides chamam a atenção pela sua beleza? Os sumérios tinham cidades? E qual das cidades sumérias tem o planejamento, a regularidade e a linearidade de Xichen-Itza ou Tenochtlan? Que continente não perdeu o seu nome, com ou sem dilúvio? E que continente tem o nome do local de origem dos ‘deuses’ sumérios e também seu símbolo?

Eu falo muito nestes aviões pré-colombianos, mas eu creio que tenho razão. Os indígenas brasileiros, por exemplo, quando tiveram seu primeiro contato com aviões não se inclinaram para adorar ‘deuses’ vindos do ‘céu’, mas informaram aos aeronautas que queriam passear também! Nenhum espanto, nada sobrenatural: somente homens utilizando um engenho voador, não deuses! Por outro lado, é fato mais que conhecido e documentado que todo e qualquer indígena do Brasil, no primeiro contato com os portugueses, inclinavam-se diante da cruz dos estandartes! Obviamente que , não sendo cristãos e não conhecendo a história cristã, tal símbolo não deveria significar nada. Porque o respeitaram, então? Eram sensitivos? Eu creio que não: o que ocorre é que os europeus chegaram trazendo um símbolo por demais conhecido, um símbolo que representava uma civilização que era oriunda das Américas, chamada Nibiru, com habitantes anunakis, com a cruz como símbolo! O que fizeram foi acreditar que os proprietários do local estavam de volta, o que também ocorreu no México e com os Incas!

Lendas situam uma lendária Tule em algum lugar à Oeste da Europa. E, mais uma "coincidência", Tule fica na Groenlândia., hoje.

Em resumo, não há como negar que as Américas sejam o berço de uma civilização muito avançada, tecnologicamente, mesmo porque os artefatos demonstram isto, e os nomes demonstram isto. Não há como negar que os anunakis estiveram aqui muito antes de irem para a Suméria, porque a memória dos homens, provavelmente os que migraram da Ásia, mostra que encontraram tal tecnologia. E porque em todos os outros lugares há evidências escritas de civilizações superiores, vindas do espaço, exceto na América. Nenhum outro local do mundo mapeou a América, mas a América tinha mapas e descrições da África, com pirâmides, elefantes e girafas, e talvez da própria Suméria. Os anunakis que daqui sairam, ou para o espaço, ou para o tempo, contudo, com certeza não tem nada dos povos que posteriormente, vindos de outros continentes _ pela antropologia _ se instalaram na América, visto que são inferiores em civilização!