Pode-se argumentar que eu trato textos de 6.000 anos de idade como sendo a expressão da verdade, mas na verdade não o faço, mas não o faço com texto algum, e não somente os sumérios. Por exemplo, os textos sumérios relatam, sempre, conversas ocorridas entre os astronautas _ "deuses" _ em sua "casa celestial", barco celestial, ou qualquer coisa parecida com "recinto fechado capaz de navegar, situado no espaço". Muitos "místicos", inclusive, reportam-se a estes "deuses" e situações, e como se não bastassem as "conversas" já inventadas, tratam de elaborar mais algumas, completamente infundadas à luz de uma abordagem tecnológica ou científica. Enquanto os sumérios relatam conversas e reuniões de conselhos "divinos" os místicos reportam "conversas" entre dois deles, muitas vezes.
Não é preciso ser nenhum gênio para perceber o que está errado em ambas as situações: se a conversa foi entre doze "deuses" ou se o foi apenas entre dois deles, independentemente do local aonde se coloque a conversa, ela só pode Ter sido inventada, mesmo porque, se o narrador não estava presente, ele não poderia nem saber o teor da discussão, e menos ainda as conclusões a que se chegou. É óbvio: como uma terceira pessoa pode informar sobre o que outras duas pessoas discutiram reservadamente ( sem usar espionagem ou tecnologia de espionagem; claro que se você pressupor que isto tenha sido possível, está admitindo que havia uma tecnologia de comunicação há 6.000 anos, ou seja, já admitiu que estamos tratando de astronautas ) ? Nossos textos do Novo Testamento são melhores, quando não divulgam o que foi falado entre as pessoas, quando isoladamente ( talvez influenciados por alguma lógica mais "clássica"). Muitas vezes eu me recordo da antiga anedota sobre a mulher que sonhou ser Maria Antonieta e que veio a morrer porque, no momento em que a guilhotina tocou seu pescoço, em seu sonho, alguém passou a ponta dos dedos por ele. Daí ela se assustou, acreditou que o sonho era verdade e morreu! Coincidência terrível, não é mesmo? Claro que, se ela sonhava que era Maria Antonieta e que ia ser guilhotinada, e se morreu enquanto sonhava, ninguém poderia saber o teor do seu sonho, porque jamais despertou dele! Tudo plausível, exceto saber a causa!
Os sumérios relatam, por exemplo, infindáveis discussões acaloradas entre os "deuses" acerca do futuro dos homens no caso do dilúvio. É claro que, depois o dilúvio, ocorre um "milagre" e até os que se opunham à sobrevivência dos homens o acolhem com alegria, e até convidam para que visite sua nave espacial, ou que more com os "deuses". Óbvio que há uma enorme contradição entre a discussão anterior e a alegria posterior à inundação ao encontrar sete casais sobreviventes, graças a um artefato submersível, com estabilizadores, e um piloto hitita. Apenas como comentário, não repare novamente o número sete: sete eram as astronautas criando a humanidade, chamadas deusas-do-nascimento, enumeradas no apêndice 1; sete foi o número de ordem do ser que Enki chamou de "minha descendência" e sete teriam de ser os casais na "arca" _ submarino; sétimo é o planeta Terra, de quem entra no Sistema Solar, ou seja, a partir de Plutão, em direção ao Sol.
Voltemos à discussão dos "deuses"? Quem as presenciou, não sendo um "deus" e as relatou aos escribas de então? Obviamente que ninguém! Em tudo há nossa imaginação funcionando, e ainda mais quando se trata da imaginação dos "supersticiosos"! Jesus Cristo nos diz que "os que vêm a mim, de maneira nenhuma os rejeitarei"! Não sou eu quem está dizendo, mas Ele quem o disse _ só para você não discordar, diante de muitas testemunhas! Como se inicia a única "oração" ensinada pelo Cristo ? "Pai nosso, que está nos céus ... ". O que Ele disse dos que repetiam sem parar a mesma ladainha? "Não é por muito falar que serão ouvidos!"! Diga-me, caro e observador leitor, aonde está escrito que as pessoas que acreditavam no Cristo deveriam se reunir em um recinto fechado _ será que por vergonha de sua ignorância ? _ e deixar que um "supersticioso" chefe falasse por ela, intermediasse suas necessidades, se auto-intitulando porta-voz de "DEUS"? Em nenhum lugar isto está escrito! Mesmo quando o Cristo foi aos templos, foi para ler textos antigos e interpretá-los ou informar sobre eles! Pelo contrário, o Cristo nos diz "não mais intercederei por vocês junto ao Pai, mas vocês lhe pedirão diretamente, e Ele ficará muito feliz em atendê-los"! Veja comigo: o Pai fica feliz conosco! Ele não fica com aquela cara barbuda de zangado que sempre nos mostraram, mas pelo contrário, Ele fica feliz conosco, e nos atende, não porque falemos em multidões, como se não acreditássemos e precisássemos do grupo para nos convencer-mos de alguma cosia, mas porque Lhe pedimos, lhe falamos, diretamente! Novamente, não sou eu quem está dizendo: foi o Cristo quem falou!
Agora, continuando, veja o caso do monte das Oliveiras, na noite da prisão do Cristo. Haviam os apóstolos, e óbvio que o relato sobre Moisés e Elias tinha de ser verdadeiro, porque não foi contestado em nenhum lugar. Haviam testemunhas acordes quanto ao que se passara, e nisto elas concordam. Não há muita concordância com o que foi dito na cruz _ novamente, um símbolo de Nibiru _ mas há a informação de que algumas pessoas estavam próximas e outras distantes, e portanto nem todas poderiam saber precisamente o que foi dito. Certo é que o Cristo falou em "Eli" _ que significa "o que está no alto, o elevado", portanto, alguém acima da Terra. Ninguém entendeu exatamente o que Ele disse, tanto que há divergências, que os apóstolos até mesmo informam, quando dizem que muitos não sabiam o que Ele estava falando : se chamava por Elias, ou se chamava por outra pessoa! Na dúvida, veio até nós como "PAI". Mas veja bem: Pai, traduzindo Eli? Então o que estava acima da Terra também era o Pai de Jesus, e por extensão, como Ele disse ser o Filho do Homem, havia um Homem acima da Terra, seu Pai, e nosso Pai! Em tudo o que se pegar na Bíblia, há uma explicação claríssima quando nos despojamos de uma pretensa "espiritualidade" inventada para se contrapor à uma dádiva realmente divina: nossa hereditariedade, nossa capacidade de transmitirmo-nos e perpetuarmo-nos como espécie, não qualquer uma, mas a do nosso Criador, de nosso Senhor da Terra, e de todo o Cosmo, segundo os textos gregos e sumérios. Nós, não qualquer coisa que rasteja sobre a Terra, mas seres com um objetivo tão incrivelmente elevado e definido que nosso Pai retorna somente para nos dizer que estava nos ouvindo, que éramos mais que seus irmãos, que somos seus aliados. Entre muitas outras coisas!
Imagine-se na situação de ser o proprietário de um sítio no qual pretenda fazer um pomar. Você é um ótimo administrador, e muito justo com todas as pessoas, jamais deixando de recompensar quem merece. Suponha que você tem um filho que aprende muito depressa e poderia não somente dar conta daquele pomar, mas também de muitos outros, com o tempo, com experiência. Mas você tem a opção de contratar um outro operário, que já conheça especificamente aquela terra e as plantas que você deseja cultivar. Agora vem o suspense: você encarrega um dos dois da tarefa, e viaja por dez anos! Seja lá quem for que você tenha deixado cultivando a terra, ela tornou-se muito produtiva. Com certeza seu operário merece um prêmio, uma promoção, qualquer coisa. Você poderia lhe dar sua própria lavoura em outro lugar, poderia pagar-lhe mais, poderia dar-lhe qualquer coisa. Mas você, ao voltar, apenas faz uma festa e se alegra na companhia de seu operário e de sua família. Diga-me: quem é este operário? Um desconhecido ou seu filho? Lembre-se, você sempre recompensa quem merece: se fosse um desconhecido, teria dado a ele muito dinheiro, ou sua própria terra, mas se fosse seu filho, a terra já é dele, ele apenas lavrou uma terra que também lhe pertencia. O que você poderia fazer além de uma festa, já que tudo também pertence a ele?
Vejamos o que nos ensinaram: que o homem foi criado para lavrar a Terra! De alguma forma, nosso trabalho atraiu a atenção do Criador, e Ele veio dar uma olhada. O que Ele nos deu? Promoção, riqueza, promessas compensatórias? Não: Ele nos deu _ e não do novo testamento, mas do tempo do dilúvio _ a posição de Aliado _ e até levou o Noé sumério para morar com Ele! Mesmo que nunca tivéssemos compreendido o porquê daquela aliança, Ele aliou-se a nós. Porquê? Porque confiou em nossa inteligência, em nossa sabedoria _ como está escrito no texto do apêndice 1. Teve o trabalho de vir à Terra apenas para nos dizer que nós somos seus aliados, e que renasceríamos, no último momento, "no último dia", pelo sangue _ da reengenharia genética _ e pelo espírito _ de uma civilização verdadeira, da qual Ele nos deu as Bases. Raciocine comigo: porque dar os dez mandamentos, se é que eram dez, ou se eram somente dez? Porque Ele é bom? Eu sou bom para quem é capaz de me reconhecer bom: eu não sou bom para uma barata, ou para uma mosca, ou para os germes que extermino em meu banheiro! Será que meu gato me acha bom, ou apenas me tolera, sabe-se lá porque motivo os felinos tenham para tolerar os humanos? Você trataria seu canário por "meu aliado", ou seu papagaio por "meu filho" ? Você chamaria de "meu filho" a seu filho, e chamaria de "meu aliado" a uma pessoa na qual pudesse confiar inteiramente! Se você age de outra forma, com certeza não vai ser muito feliz na maioria das situações!
Coloque-se novamente na posição daquele proprietário que retornou à sua Terra. Você vai Ter de viajar novamente, por muito tempo, mas avisa a seu "lavrador" que o levaria para morar com ele. Você levaria quem para morar com você? O operário que apenas fez seu trabalho, ainda que muito bem pago, ou seu filho, que mesmo enfiando os pés pelas mãos em muitas situações, continua sendo seu filho?
Quando leio a Bíblia, ou qualquer outro texto, não sendo ficção, tenho de raciocinar que não existe encadeamento de coisas desordenadas e desconexas, sem lógica, quando o assunto é alguém com tanta organização que é capaz de dirigir planetas. E tenho de eliminar o que, por mais aterrador que pareça _ ou talvez por isto mesmo, porque o Pai não é contraditório em se tratando de nós, sua descendência, como Ele tem demonstrado por milhares de anos _ o que foi incluído pelos supersticiosos! Quando o fiz pela primeira vez, com cinco anos de idade, eu me deparei com a situação que considerei mais absurda possível: um homem que foi criado duas vezes, na primeira, homem e mulher, e na Segunda vez, apenas homem, e depois a mulher! Claro que quando argumentei acerca deste fato _ Gênesis; confira: é o capítulo 1 _ nem recordo mais o que me "ensinaram"! Ensinaram tanto que não acreditei, porque não há explicação lógica para criar o homem duas vezes, e o universo somente uma! Para que frisar este ponto? A primeira criação para mim era o suficiente clara, e continua sendo muitíssimo clara!
Se você conferir vai ver que na primeira vez "o Senhor criou o Homem, à sua Imagem e Semelhança o criou, Homem e Mulher o criou, para dominar sobre tudo o que estivesse na Terra e no Céu", ou seja, um destino grandioso e nobre. Na Segunda vez , ocorre um diálogo de um "deus" solitário em que ele diz "façamos o homem conforme a nossa imagem e conforme a nossa semelhança"! Eu sei que Adão significa não "o que foi feito de barro", mas "o terráqueo". Deste ponto-de-vista, tudo, para mim, se encaixa: há um Homem antes do terráqueo, mas não posso dizer que este seja Jesus Cristo, porque está escrito que "Jesus estava com o Pai, no início, e sem Ele nada do que existe teria sido criado"! Veja, não é uma referência a nenhum lavrador terráqueo. A frase não diz "sem Ele nenhum homem teria sido criado" mas sim que "sem Ele nada do que existe teria sido criado"! Fazendo a distinção entre o terráqueo e o Homem, Jesus chamou a alguns de humanos, mas a outros de aliados, mais que irmãos, e ainda afirmou "vós não sois da Terra" e "Vós sois "deuses"! Será que o "deuses" desta frase não seria anunakis ou astronautas? Ou apenas não-terráqueos, já seria o suficiente! E como Jesus não se auto-intitulou "deus" mas apenas chamou-se de Homem, temos de concordar que, não sendo Ele mentiroso, conforme Ele mesmo relata ao falar "se assim não o fosse eu não vos diria" e também pelo fato de não fazer nenhum sentido acreditar _ por faltar um objetivo _ que alguém viesse até a Terra para propalar uma mentira por milênios, somos levados pela lógica dos fatos a concluir que Jesus se referia a Sua espécie e nossa espécie, sem excluir os terráqueos!
A diferenciação entre as espécies, segundo o que Ele disse, sempre, é simples: "os que são meus me procurarão, e me encontrarão, a tempo de serem salvos, para que tenham a vida e a tenham em abundância, para sempre" e "não fostes vós quem me escolhestes, mas eu quem escolhi a vós"! Veja, leitor, que com uma visão cósmica fantástica e abrangente _ se você pensar no assunto e se colocar na posição de proprietário de uma tecnologia que te torne invencível e invulnerável, com uma reengenharia genética capaz de reestruturar raças inteiras, vai concluir que, diante de um povo que adote seus princípios e seja seu aliados, você, justo, só poderia trata-lo como aliado e da mesma forma, considerando que, com a evolução, aquela outra raça que adotou seus princípios e que está sempre de seu lado, pode também vir a se tornar sua igual. Desde o VT está repetido que "serão benditas todas as nações da Terra", e que a Lei era para todos _ caso contrário, não haveria para que combater povos que tinham outros "deuses". Isto é um princípio muito profundo de civilização: quem é meu aliado está do meu lado, e se combate pelos meus princípio, como poderia eu não considerá-lo um igual, ou semelhante? O princípio de diferenciação, em sendo a mesma espécie, com origens planetárias diferentes, teria de ser o acolhimento de minha causa, isto é, "procurar e encontrar" _ observe a frase: "me procurarão e encontrarão" _ isto é, procurar a verdade e se identificar com a verdade, por exemplo _ já que Jesus disse "Eu sou o caminho, a verdade e a vida: ninguém chega ao Pai, sem ser por mim"!
Quanto a diferenças entre raças, Ele disse "até destas pedras o Pai pode suscitar filhos a Abraão"! Ou seja, para bom entendedor: você é da minha espécie, de uma forma ou de outra, de uma raça ou de outra ! Abraçar a causa é procurar e encontrar! Esta é a diferenciação para o resgate no último momento! Recorde-se que "nem todos os que me disseram "Senhor, senhor" serão salvos, e a muitos que nunca foram contados como meu Povo, eu direi "bem-vindos, meus filhos muito amados"! De uma forma altamente civilizada, a Terra e os povos nela existentes são todos capazes de participar de uma grande, nova e eterna aliança, conforme Ele mesmo disse.
Agora, isto é básico para sermos civilizados: somos todos iguais em capacidades de tornamo-nos dignos de nosso maravilhoso objetivo. Todos, em todo o Universo. Mas é preciso que tenhamos os princípios, a civilização, para que a tecnologia em nossas mãos não seja a destruição do próprio universo que nos resgatar ! Princípios não se outorgam: não adianta programar alguém para tê-los, porque isto seria apenas programação: é preciso que os adotemos, convencidos deles!
Particularmente eu creio em fatos: sumérios e hebreus _ isto é, nipurianos, e portanto sumérios, também _ relatam que o homem foi criado, com seis tentativas antes de um ser que Enki nem chamou de criaturas, mas de "minha descendência"! A Bíblia relata isto em duas criações do homem, e os sumérios relatam sete! Seja como for, houve um dilúvio, e somente sete casais sumérios, ou quatro casais hebreus, sobreviveram. Estes, tanto em um relato quanto em outro, receberam a visita dos astronautas que informaram claramente que estavam fazendo uma nova e eterna aliança entre o Senhor e os homens! No texto sumério, Enki não somente chama os homens de sua descendência, mas, quando chega o momento do dilúvio, está profundamente interessado em salvar a humanidade! Sendo bom e justo, nada mais natural. Mas imagine comigo: se você não pudesse salvar de uma inundação aquele seu operário e seu filho, mas tivesse de escolher entre um deles, quem você salvaria? Por outro lado, e isto é muito mais lógico, se aquele seu operário fosse um homem muito mau, e seu filho um homem muito bom, quem você escolheria ? Apenas reforçaria sua escolha natural, mas, como disse Jesus "a árvore boa, pelos seus frutos a reconhecereis", ou seja, não poderia ser de outra forma: a escolha estaria mais que certa!
Ambos os textos colocam a destruição da "humanidade" como uma necessidade. Estranhamente, a necessidade ocorre porque "os filhos de deus viram as filhas dos homens e as acharam bonitas e as tomaram por esposas"! Obviamente que, conforme eu disse, se você está na situação de achar alguma fêmea ou algum macho de outra espécie que não a sua atraente sexualmente, então você tem um grave problema mental! Ocorre que provavelmente o termo não era exatamente filhos de deus, já que Jesus Cristo veio para nos dizer tudo o que já sabemos, independentemente até mesmo da raça original. Ocorre que o resultado do cruzamento com os humanos é que tinha de ser eliminado, já que o salvamento de Ziuzudra-Noé e alguns outros casais foram objeto de alegria! Se você acessar os textos sumérios, e você tem uma base ótima através de Zacharias Schitkin, vai ver que Enki é extremamente interessado em salvar a terra, até mesmo reconstituindo e purificando terras, águas, flora e fauna, depois de Sodoma e Gomorra. Para quê existiria esta intervenção ? Para que o lavrador continuasse existindo? Ou pior ainda, uma intervenção para que a Terra continuasse agradável para quem você queria destruir? Isto não faz sentido! O Criador é um aliado incondicional de nós, sua descendência, todo o tempo, em qualquer civilização, em qualquer lugar!
Os sumérios, constantemente, relatam um "conflito" entre os dois irmãos, Enki e Enlil, do mesmo modo que relatam participações de "deuses" em batalhas humanas. Por exemplo, no caso de Sodoma e Gomorra estavam aliados Ninurta, filho de Enlil, e Nergal, filho de Enki. Contra Marduk, outro filho de Enki. O que houve foi uma guerra, e os anunakis estavam de acordo com ambos. Ora, não me parece que isto seja um conflito entre os dois irmãos, pelo contrário, significa que eles sempre estiveram juntos, porque se estivessem em conflito, Nergal, capaz de atacar cidades com seus mísseis, teria atacado Ninurta, e não Marduk. Segundo Schitkin, o resultado deste combate foi a destruição da Suméria, e do espaçoporto na península do Sinai! Agora, se existisse um conflito entre os dois, não teria sido mais fácil atacar outro tipo de instalação com os mísseis, ao invés de se limitar a um espaçoporto e algumas cidades junto ao Eufrates?
Isto foi apenas uma argumentação lógica contra o suposto conflito, que sempre aparece em toda discussão entre os "deuses"! Seja como for, o fato de bastar que procuremos para que encontremos, de falar para que sejamos ouvidos, significa uma tecnologia de identificação de pessoas através de alguma freqüência mental, que nos caracterize como aliados ou inimigos! Sem acepção de raças sobre a Terra, porque "serão benditas todas as nações da Terra"! Mais uma vez, não "serão lavradoras todas as nações da Terra", mas BENDITAS.