Vivemos apenas 15 dias do ano 2001 e quantas novidades já não tivemos até agora? Somente nestes 15 dias nós já ouvimos quatro notícias que apenas comprovam todas as minhas argumentações: 1) A NASA desenvolveu um sistema para coletar e armazenar energia solar por até seis meses; 2) Um computador com um novo princípio de funcionamento, inteiramente baseado na mecânica quântica, o que o torna com memória e capacidade de armazenamento ilimitado, foi construído, e funcionou; 3) As freqüências de nosso cérebro são individuais e únicas, o que pode permitir que um novo sistema de identificação seja utilizado, em substituição às impressões digitais; e 4) Foi testado, com êxito, um sistema de teletransporte no estilo de "Jornada nas Estrelas", sendo que um rato foi transportado, vivo, entre os dois pontos de prova. Não fosse suficiente, uma Quinta novidade é que o câncer, em muito pouco tempo, não mais que um ano, não será mais uma doença mortal ou perigosa, como tem sido até hoje.
Você se recorda que eu argumentei sobre a existência _ não porque eu queira, mas porque Jesus Cristo informou-nos sobre _ de um sistema de rastreamento no qual cada um de nós poderia ser constantemente monitorado. Então se recorda que eu sugeri que através de nossas freqüências, que denominei mentais, seríamos identificados completamente, tanto quanto à nossa índole. Isto parece ser exatamente o que a novidade que enumerei como 3 está informando, mas agora não é mais conjectura: é ciência. Não sei se informei em algum lugar, mas estas páginas começaram a ser escritas em Julho de 1999, sendo que tive estas idéias em 1992. Se eu as tive há 9 anos, provavelmente muito mais gente também as teve, no mesmo período, ou antes.
A nova forma de captação e armazenamento de energia também é um avanço estupendo. Um dia de sol podendo fornecer energia por seis meses, em termos planetários, já é muito bom. Em termos espaciais, associando esta forma de coleta e armazenamento com a nave fotônica que também já está em funcionamento, há o suficiente para ir a qualquer lugar da galáxia, porque, ao que se saiba, uma nave se movendo na velocidade da luz chega instantaneamente no local de destino, o que significa que ainda restariam armazenados cinco meses, 29 dias, 23 horas, 59 minutos e 59 segundos de energia, mas mesmo que não existisse, como, possivelmente, sempre determinaríamos como destino algum planeta de algum sistema, e como cada sistema, pelo menos até o momento, possui uma estrela central, a recarga está garantida. Mas, em meu ponto de vista, ainda é um método primitivo e muito distante do ideal.
A novidade do computador quântico é realmente um grande passo. Toda a nossa história no último século é marcada por desenvolver equipamentos cada vez mais sofisticados para processamento de informações. Agora superamos tudo o que poderia ser imaginado, embora estejamos utilizando uma parte da ciência que nem tem cinqüenta anos e surgiu, exatamente, de nada que existisse anteriormente, e da mente prodigiosa de Max Planck, que provavelmente é um anunaki. Imagine um equipamento que gera memória na medida em que necessita, funciona na velocidade da luz e quanto mais se carrega mais capacidade de processamento possui. Pois é isto o que significa um computador quântico. E o melhor de tudo: não ocupa espaço. Você pode imaginar uma memória ilimitada, com uma velocidade instantânea e uma capacidade de processamento cada vez maior, sem ocupar espaço algum? São coisas que qualquer livro sobre física quântica explica.
O teletransporte já era algo que estava sendo testado, mas eu não sabia que a ponto de transportar animais do tamanho de um rato, e de transportar um ser vivo. Até onde eu sei, o animal desapareceu em um ponto e reapareceu em outro, sem que suas pernas fossem remontadas na cabeça, ou que se mesclasse com algum outro inseto ou bactéria presente no local no momento do transporte, como os filmes B de ficção científica fazem questão de mostrar. Não creio que seja o melhor dos teletransportes, mas já é um novo grande passo.
Para onde estamos indo? De onde tiramos todas estas idéias, repentinamente, em um século da história que não deveria Ter nada de diferente dos demais, com as mesmas guerras, os mesmos problemas econômicos, uma seqüência de ascensões e quedas de potências terráqueas, a mesma fome, enfim, os mesmos problemas milenares? Recorde-se: foram cem anos para saltar do cavalo e ingressar numa nave fotônica, movida a luz; para parar de usar a escada de doze mil anos e usar o teletransporte; para deixar de lado o lápis e o papel e utilizar um computador quântico; para deixar de usar a lenha e usar energia solar concentrada para até seis meses; para a tuberculose deixar de ser uma fatalidade e mapear inteiramente nosso código genético! Foram cinqüenta anos para descobrir o câncer e determinar que não será mais perigoso que uma pneumonia, hoje! Você pode pensar e responder apenas o "para quê"? Se você consegue pensar no "para quê", pense agora, para quê chegar na resposta do para quê anterior? Eu já afirmava que nosso destino está determinado, como diziam os sumérios, desde o texto "Enki e Ninmah": "meus filhos demonstrarão sua sabedoria, eles falarão conosco, eles levarão nosso nome aonde nem somos conhecidos"! Até aqui argumentei que filho de peixe é peixe _ nada mais apropriado para quem tem o peixe como símbolo. Diante da quantidade de realizações fantásticas pela nossa própria história, você pode me responder, à luz da ciência e da lógica, não à luz do fanatismo e da superstição, quem somos? Para mim, não há nenhuma dúvida! Já não havia, agora apenas me alegro porque o resto da Terra também vai se convencer da minha conclusão _ nem tanto minha, já que estava escrito há milênios!
Os menos lúcidos vão me argumentar que os sumérios eram um povo muito primitivo, que escrevia em tabuinhas de argila. Eu rebato com o texto "Inana e Enki": "Meu Pai me deu a ciência da recarga para a caneta, o forno voltáico, ...", o fato de Inana Ter ido se encontrar com Enki em um navio de bronze, o fato de Inana Ter dito que os rapazes de sua cidade manuseariam os canhões, etc! Convenhamos, se os sumérios eram um povo tão primtivo, que significado estas palavras que só fazem sentido para nós, no século XXI, teriam para eles, e por que repetiriam palavras sem nenhum significado ? Convenhamos que, ainda que primitivos, eles possuíam muita lógica, e não fariam uma insensatez de falar, por milênios, sobre coisas, artefatos, que não conhecessem. Que utilidade teria uma caneta, se tudo o que escrevessem fossem tabuinhas de argila? E pior, para que teriam necessidade de recarga para estas canetas que eles não usavam, nem conheciam? E se não conheciam, como poderiam saber que era uma caneta, e com recarga ? Se seus navios eram de junco, como poderiam informar com precisão que o navio de Inana era de bronze? Onde eles viram uma coisa destas? Para que utilizariam um forno voltáico? E de onde saberiam que o texto se referia a um forno voltáico? O que seria um canhão, para eles? O mesmo texto também nos fala que "meu pai me deu o conhecimento para dirigir planetas através do espaço"! Que espaço e que planeta, se eles tivessem a mentalidade tacanha que lhes é atribuída, hoje? Como eles saberiam que a Terra é um planeta, e que espaço é o que existe entre planetas e planetas, entre astros e astros do Universo?
Pois bem, caro leitor ou leitora, há mais algumas coisas sobre os sumérios de doze mil anos, estreitamente relacionada conosco! Por exemplo, todas as nossas constelações tem nomes e simbologia suméria, sendo representadas da mesma forma, desde que eles determinaram. Os sumérios informam que Nibiru original está em um sistema que eles chamavam de Nunki, com o desenho da constelação do Sagitário, com a estrela Nunki em evidência. Em sua época, Sagitário se chamava Nunki, e o nome é o que utilizamos até hoje, para designar não somente a mesma constelação, mas também a mesma estrela. Se o nome mudou um pouco, e para mim ele se parece demais com Ninki, que é Ninmah, temos todo este tempo um mapa apontando o lugar para o qual deveríamos voltar nossa atenção, porque Ninmah _ Ninki _ falou que "meus filhos reconstruirão minha casa aonde ela está destruída, meus filhos reconquistarão minha terra". E o ki da palavra Ninki , e também da palavra Numki, significa exatamente isto: Terra, o planeta Terra.
Se você conhece os textos sumérios através de terceiros, vai argumentar que eu simplifico um pouco as coisas no que diz respeito a pessoas envolvidas nos textos. Em particular, o texto "Enki e Ninhursag" para mim, em seu final, fala de uma mesma pessoa, Enki e Enlil _ como também o próprio Gênese da Criação, e o Mito do Paraíso. Se você reparar bem, vai ver que toda vez que Enki está conversando, repentinamente aparece Enlil respondendo, e vice-versa, e muitas vezes, repentinamente, quando somente um dos dois estava em determinado lugar. Tradicionalmente isto tem sido interpretado como sendo duas pessoas conversando. Bom, eu não consigo entender como, se existem duas pessoas conversando, por exemplo, Enki e Ninhursag, uma terceira pode responder por uma das duas. Como pode existir uma terceira, se haviam somente duas? Neste texto em particular, há um relato que interpreto completamente diferente do que tem sido, porque a maneira tradicional de interpretar não faz sentido, pelo menos em minha lógica. Ninhursag diz que "até aquele momento mortal, eu não te vi como sendo essencial à minha vida". A mim isto não parece uma maldição, pelo contrário, é a afirmação do oposto: provavelmente, pelas peripécias do texto, a maldição era não ver Enki como essencial à sua vida, e o que Ninmah acrescenta é que agora ela havia mudado sua forma de pensar. Logo a seguir, o texto informa que o Anuna sentou-se na terra, e que Enlil disse a uma raposa alguma coisa. Bom, faria sentido eu dizer que me sentei na terra e que meu irmão falou com uma raposa? O que meu irmão tem a ver com o fato de eu me sentar na terra, e o que eu teria a ver com o fato dele falar com uma raposa? Não há ligação entre os fatos, no texto, mesmo porque, a mudança de atitude de Ninmah se reflete no restante de seus filhos, que a partir deste momento, existe!
Isto está de acordo com o texto Enki e Ninmah, no qual só existem os dois, e de acordo com a Confusão das línguas, no qual Enki executa a confusão dos idiomas. No meu ponto de vista, não foram os sumérios que decretaram esta confusão de nomes, mas muito depois, quando outras influências existiam em sua região, projetando nos anunakis coisas que nunca existiram _ o que afirmo porque se fosse como é descrito pelos babilônicos, por exemplo, tudo o que houve antes estaria em contradição. Talvez nem seja confusão babilônica, mas de algum tradutor das tabuinhas com idéias pré-concebidas. Como, por exemplo, Enki e Ninmah determinariam para seus filhos, a Sétima Criatura, um destino de sucessos e glórias, com grandes e nobres objetivos, e em seguida diriam que foram criados para lavrar a terra e retornar ao pó? Não faz sentido, em minha cabeça! Um dos textos foi alterado, mas qual? Provavelmente o mais recente, e o mais antigo é Enki e Ninmah! Por outro lado, caro(a) leitor(a) , existem seis ou sete mitos da criação. Talvez oito, porque são sete cidades sumérias, mais um controle geral. Se o texto Enki e Ninmah se refere a todas as criações, e se cada um dos demais textos se refere a uma criação específica, então, o texto que em que me baseio continua sendo válido, e completamente verdadeiro, já que os demais não se referem a todas as criaturas, mas a cada uma delas. Certo é que a Sétima tem um destino grandioso, e que nós somos a sétima criatura, pelas nossas obras, como JC nos mandou analisar as coisas. Já no texto Ninurta, nós vemos a afirmação de que homens e mulheres escolheram lutar ao lado dos anunakis e que porque haviam sido leais a Ninurta, os Anunakis também seriam leais com eles, para sempre. A meu ver, não existe contradição em nenhum momento de nossa história, quanto a isto, quanto mais com relação aos textos que utilizo.